quinta-feira, 30 de junho de 2011

10 dicas para ensinar seus filhos a (gostarem de) ler

Como pai (ou mãe), você é a pessoa que mais influencia na educação de seus filhos. Um dos seus (muitos) papeis é ajudá-los a aprenderem e a gostarem de ler.

Aqui estão algumas sugestões sobre como você pode ajudar a tornar a leitura uma experiência positiva, desde cedo.

1. Escolha uma hora bem calma

Com as crianças, nós sabemos que há “horas calmas” e “horas agitadas”. Procure um lugar e uma hora calmos e sente-se com um livro. Dez a quinze minutos por dia é suficiente.

2. Faça da leitura um prazer

A leitura precisa ser algo prazeroso. Sente com seu filho. Tente não fazer pressão se ele ou ela estiverem indispostos. Se a criança perder interesse, faça algo diferente.
3. Mantenha o fluxo

Se ele pronunciar uma palavra errada, não interrompa imediatamente. Ao invés disso, dê a oportunidade para autocorreção. É melhor ensinar algumas palavras desconhecidas para manter o fluxo e o entendimento da frase do que insistir em fazê-lo pronunciar o som exato das letras.

4. Seja positivo

Se a criança diz algo quase certo no início de uma frase, tudo bem. Não diga “Não, está errado”, mas sim “Vamos ler isso aqui juntos” e dê ênfase às palavras quando pronunciá-las. Aumente a confiança da criança com dizeres positivos a cada pequena melhoria que ela conseguir. “– Muito bom! Você aprende rápido!” “– Certo! Você é muito inteligente” etc.

5. Sucesso é a chave

Pais ansiosos para que seus filhos progridam podem, erroneamente, dar livros muito difíceis. Isso pode causar o efeito oposto ao que eles estão esperando. Lembre-se “Nada faz tanto sucesso quanto o sucesso”. Até que seu filho tenha adquirido mais confiança, é melhor continuar com livros fáceis. Pressioná-lo com um livro com muitas palavras desconhecidas não vai ajudar, muito pelo contrário. Não haverá fluxo, o texto não vai ser entendido e provavelmente a criança vai se tornar relutante com a leitura. Então dê prioridade a livros de acordo com a faixa etária de seu filho.

Livros para crianças de 2 anos

6. Visite a Biblioteca

Encorage seu filho a retirar livros na biblioteca pública. Leve-o até lá e mostre, com calma, tudo que ele precisa.

7. Pratique regularmente

Tente ler com seu filho todos os dias da semana. Pouco, mas frequentemente é a melhor estratégia. Os professores da escola têm um tempo limitado para ajudar individualmente a leitura dos alunos.

8. Converse com o pimpolho

Provalvemente seu filho tem um dia de leitura na escola (Se não tem, vá lá e faça com que tenha, ora). Sempre converse com ele e faça comentários positivos. Assim a criança vê que você está interessado em seu progresso e que você valoriza a leitura.

9. Fale sobre os livros

Ser um bom leitor é muito mais do que simplesmente ler palavras corretamente. O mais importante é entender e refletir sobre o que está lendo. Sempre fale com seu filho sobre o livro, sobre as figuras, sobre as personagens, como ele acha que vai ser o final da história, sua parte favorita etc. Assim você vai ver como está o entendimento dele e poderá ajudá-lo a desenvolver uma boa interpretação.

10. Varie sempre

Lembre que as crianças precisam experimentar vários materiais de leitura. Por exemplo, livros só de figuras, quadrinhos, revistas, poemas e até os jornais (mostre a ele a parte com palavras cruzadas e, claro, as tirinhas e charges).

Para quem ainda não acredita no potencial das crianças como leitoras, saiba que elas são experts em comentar livros infantis.

E você? Que métodos tem usado para estimular seus filhos (ou alunos, porque não?) a gostarem de ler?


COMO FAZER UM RESUMO

Tenho notado nos alunos universitários uma dificuldade incrível em sintetizar ideias, isto é, em fazer resumos. O fato é que esse tipo de atividade raramente é explicada na escola, quando muito solicitada, por isso os alunos chegam à faculdade sem a menor noção sobre como extrair as idéias principais de um texto.

Antes de mais nada, vale dizer que um resumo nada mais é do que um texto reduzido a seus tópicos principais, sem a presença de comentários ou julgamentos. Um resumo não é uma crítica, assim como a resenha o é; o objetivo do resumo é informar sobre o que é mais importante em determinado texto.
 
Para Platão e Fiorin (1995), resumir um texto significa condensá-lo a sua estrutura essencial sem perder de vista três elementos:
 
  • as partes essenciais do texto;
  • a progressão em que elas aparecem no texto;
  • a correlação entre cada uma das partes.
 
Se o texto que estamos resumindo for do tipo narrativo, devemos prestar atenção aos elementos de causa e sequências de tempo; se for descritivo, nos aspectos visuais e espaciais; caso o texto for dissertativo, é bom cuidar da organização e construção das idéias.
 
Existem, segundo van Dijk & Kintsch (apud FONTANA, 1995, p.89), basicamente 3 técnicas que podem ser úteis ao escrevermos uma síntese. São elas o apagamento, a generalização e a construção.
 
Apagamento
 
Como no nome já diz, o apagamento consiste em apagar, em cortar as partes que são desnecessárias. Geralmente essas partes são os adjetivos e os advérbios, ou frases equivalentes a eles. Vamos ver um exemplo.
 
O velho jardineiro trabalhava muito bem. Ele arrumava muitos jardins diariamente.
 
Sendo essa a frase a ser resumida através do apagamento, poderia ficar assim:
 
O jardineiro trabalhava bem.
 
Cortamos os adjetivo “velho” e o advérbio “muito” na primeira frase e eliminamos a segunda. Ora, se o jardineiro trabalhava bem, é porque arrumava jardins; a segunda informação é redundante.
 
Generalização
 
A generalização é uma estratégia que consiste em reduzir os elementos da frase através do critério semântico, ou seja, do significado. Exemplo:

Pedro comeu picanha, costela, alcatra e coração no almoço.
 
As palavras em destaque são carnes. Então, o resumo da frase fica:

Pedro comeu carne no almoço.
  
Construção
 
A técnica da construção consiste em substituir uma sequência de fatos ou proposições por uma única, que possa ser presumida a partir delas, também baseando-se no significado. Exemplo:
 
Maria comprou farinha, ovos e leite. Foi para casa, ligou a batedeira, misturou os ingredientes e colocou-os no forno.
 
Todas essas ações praticadas por Maria nos remetem a uma síntese:
 
Maria fez um bolo.
 
Além dessas três, ainda existe uma quarta dica que pode ajudar muito a resumir um texto. É a técnica de sublinhar.

Enquanto você estiver lendo o texto, sublinhe as palavras ou frases que fazem mais sentido, que expressam ideias que tenham mais importância. Depois, junte seus sublinhados, formando um texto a partir deles e aplique as três primeiras técnicas.
 
Como fazer uma síntese, de Maria Almira Soares
 
Como leitura adicional, eu sempre recomendo o excelente livro de Maria Almira Soares, que se dedica exclusivamente a dotar o aluno de ferramentas teórico-práticas, úteis à elaboração de uma síntese ou resumo. Desde a primeira leitura geral do texto até as técnicas de simplificação, articulação e reformulação do discurso, a autora reúne aqui um conjunto de etapas a serem acompanhadas pelo estudante. Trechos de textos literários e jornalísticos dão corpo a uma gama de exercícios de aplicação, indispensáveis à consolidação dos saberes nos domínios da escrita, da leitura e do funcionamento da língua.

 
Fontes:

 
Prática Textual: atividades de leitura e escrita / Vanilda Salton Köche, Odete Benetti Boff, Cinara Ferreira Pavani. — Petrópolis, RJ: Vozes, 2006.
 
Estratégias Eficazes para resumir. Chronos – Produção de textos científicos no ensino da língua portuguesa / Niura Maria Fontana. — Caxias do Sul: UCS, n.1, p.84-98, 1995.
 
Para entender o texto: leitura e redação / José Luiz Fiorin, Francisco Platão. — 10.ed. São Paulo: Ática, 1995.

TEXTO RETIRADO DE: http://www.lendo.org/como-fazer-um-resumo/

COMO FAZER UMA RESENHA

Todo mundo que freqüenta o blog está acostumado a ler várias resenhas toda semana, mas afinal, o que é e o que precisamos saber para escrever um texto desse tipo?

Como um gênero textual, uma resenha nada mais é do que um texto em forma de síntese que expressa a opinião do autor sobre um determinado fato cultural, que pode ser um livro, um filme, peças teatrais, exposições, shows etc.O objetivo da resenha é guiar o leitor pelo emaranhado da produção cultural que cresce a cada dia e que tende a confundir até os mais familiarizados com todo esse conteúdo.

Como uma síntese, a resenha deve ir direto ao ponto, mesclando momentos de pura descrição com momentos de crítica direta. O resenhista que conseguir equilibrar perfeitamente esses dois pontos terá escrito a resenha ideal.

No entanto, sendo um gênero necessariamente breve, é perigoso recorrermos ao erro de sermos superficiais demais. Nosso texto precisa mostrar ao leitor as principais características do fato cultural, sejam elas boas ou ruins, mas sem esquecer de argumentar em determinados pontos e nunca usar expressões como “Eu gostei” ou “Eu não gostei”.

Tipos de Resenha

Até agora eu falei sobre as resenhas de uma forma geral e livre e esses dados são suficientes para você já esboçar alguns parágrafos.

Contudo, as resenhas apresentam algumas divisões que vale destacar. A mais conhecida delas é a resenha acadêmica, que apresenta moldes bastante rígidos, responsáveis pela padronização dos textos científicos. Ela, por sua vez, também se subdivide em resenha crítica, resenha descritiva e resenha temática.

Na resenha acadêmica crítica, os oito passos a seguir formam um guia ideal para uma produção completa:
1.Identifique a obra: coloque os dados bibliográficos essenciais do livro ou artigo que você vai resenhar;

2.Apresente a obra: situe o leitor descrevendo em poucas linhas todo o conteúdo do texto a ser resenhado;

3.Descreva a estrutura: fale sobre a divisão em capítulos, em seções, sobre o foco narrativo ou até, de forma sutil, o número de páginas do texto completo;

4.Descreva o conteúdo: Aqui sim, utilize de 3 a 5 parágrafos para resumir claramente o texto resenhado;

5.Analise de forma crítica: Nessa parte, e apenas nessa parte, você vai dar sua opinião. Argumente baseando-se em teorias de outros autores, fazendo comparações ou até mesmo utilizando-se de explicações que foram dadas em aula. É difícil encontrarmos resenhas que utilizam mais de 3 parágrafos para isso, porém não há um limite estabelecido. Dê asas ao seu senso crítico.

6.Recomende a obra: Você já leu, já resumiu e já deu sua opinião, agora é hora de analisar para quem o texto realmente é útil (se for útil para alguém). Utilize elementos sociais ou pedagógicos, baseie-se na idade, na escolaridade, na renda etc.

7.Identifique o autor: Cuidado! Aqui você fala quem é o autor da obra que foi resenhada e não do autor da resenha (no caso, você). Fale brevemente da vida e de algumas outras obras do escritor ou pesquisador.

8.Assine e identifique-se: Agora sim. No último parágrafo você escreve seu nome e fala algo como “Acadêmico do Curso de Letras da Universidade de Caxias do Sul (UCS)”

Na resenha acadêmica descritiva, os passos são exatamente os mesmos, excluindo-se o passo de número 5. Como o próprio nome já diz, a resenha descritiva apenas descreve, não expõe a opinião o resenhista.

Finalmente, na resenha temática, você fala de vários textos que tenham um assunto (tema) em comum. Os passos são um pouco mais simples:

1.Apresente o tema: Diga ao leitor qual é o assunto principal dos textos que serão tratados e o motivo por você ter escolhido esse assunto;

2.Resuma os textos: Utilize um parágrafo para cada texto, diga logo no início quem é o autor e explique o que ele diz sobre aquele assunto;

3.Conclua: Você acabou de explicar cada um dos textos, agora é sua vez de opinar e tentar chegar a uma conclusão sobre o tema tratado;

4.Mostre as fontes: Coloque as referências Bibliográficas de cada um dos textos que você usou;

5.Assine e identifique-se: Coloque seu nome e uma breve descrição do tipo “Acadêmico do Curso de Letras da Universidade de Caxias do Sul (UCS)”.

Conclusão

Fazer uma resenha parece muito fácil à primeira vista, mas devemos tomar muito cuidado, pois dependendo do lugar, resenhistas podem fazer um livro mofar nas prateleiras ou transformar um filme em um verdadeiro fracasso.

As resenhas são ainda, além de um ótimo guia para os apreciadores da arte em geral, uma ferramenta essencial para acadêmicos que precisam selecionar quantidades enormes de conteúdo em um tempo relativamente pequeno.

Agora é questão de colocar a mão na massa e começar a produzir suas próprias resenhas!

http://www.lendo.org/como-fazer-uma-resenha/

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Um pensar sobre Web 2.0

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO SUDOESTE DA BAHIA

CURSO: MIDIAS NA EDUCAÇÃO- AVANÇADO 2

KELLY CHRYSTINE GUEDES LEVY



Produção Textual

Um pensar sobre Web 2.0



Na era contemporânea a tecnologia possibilitou a criação de novos pontos de aquisição do saber, o mesmo deixou de ser restritos a lugares, momentos e pessoas, abrangendo um quantitativo de seres humanos nunca antes visto. A velocidade de conhecimentos decodificados, a ampliação de armazenamentos de dados e o desenvolvimento da Web 2.0, fazem com que a sociedade se transforme diante da era do conhecimento

Este desenvolvimento da tecnologia possibilitou a minimização das disparidades sociais, em relação à cultura e ao conhecimento, alavancando um novo olhar sobre o saber, o que permitiu abrir uma nova discussão sobre a educação do ponto de visto metodológico e qualitativo.

A Web 2.0 é uma plataforma, que pode contribuir para um novo pensar no processo educacional brasileiro, porém não possui conceituação definida logo que:

                                        as definições variam de forma a incluir determinadas características/conceitos de 
                                        acordo com o entendimento de cada especialista. Esta indefinição também se
                                        deve ao fato de a Web 2.0 não ser um objeto, um produto, tampouco de uma 
                                        marca, apesar de existir um ou mais pedidos de patente sob o termo, mas sim de
                                        um conceito relativamente novo.(ORLOWSKI.2007)

Esta plataforma permitiu um novo olhar do usuário, com maior interação e participação do mesmo, fazendo com que a interação ocorra e utilizando a inteligência coletiva, para: transformar, desenvolver, convergir, articular saberes, criar, desatar novos nós, diminuir espaços, tempo, proporcionando interação e informações quase que simultaneamente quando a mesma ocorre.

Esta plataforma utiliza wikis, aplicativos baseados na: folksonomia, redes sociais e tecnologia da Informação, o que permite a interação e a complemetação de dados e melhorias das tecnologias. Segundo Renato Rudiniki (2007) a Web 2.0;
                                        funciona de forma com o usuário possa tirar o máximo de proveito possível dos
                                        softwares que rodam nela. Neles, os softwares são eternos betas, com objetivo
                                        de estarem sendo corrigidos, alterados e melhorados o tempo todo de acordo
                                        com o seu uso, pelo usuário. Algumas aplicações Web 2.0 permitem     
                                        a  personalização do conteúdo mostrado para cada usuário, sob forma de página
                                        pessoal, permitindo a ele a filtragem de informação que ele considera relevante.

O modle da Universidade do Sudoeste da Bahia é um exemplo da web 2.0, onde pessoas se encontram, trocam experiências, estudam, complemetam textos e interagem.

Com um vasto campo de desenvolvimento de competencias e habilidades a Web 2.0, pode ser ponto de partida para auxiliar a educação melhorar a qualidade, proporcionando uma nova metodologia com a inclusão de laboratorios de informatica nas escolas. O desafio,porém, está na qualificação do educador para que o mesmo possa relacionar a teoria de sua disciplina com elementos beneficos existentes na plataforma, que gera uma mudança de paradigma da forma do aprender e do ensinar, o que faz necessário redefinir o papel do educador e seu campo de atuação.

Portanto, web 2.0 é uma plataforma na qual beneficia a era do conhecimento e favorece um novo meio para auxiliar uma aprendizagem significativa. Não adianta ignorar a sua existencia mas, permitir que o mesmo se torne uma ferramenta do processo ensino-aprendizagem. Saber utiliza-lo é o que faz a diferença. Para que isto ocorra se faz necessário um educador pesquisador o qual esteja em continua formação continuada.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

GADOTTI,Moacir. Desafios para a era do conhecimento. Disponível: http://www.adur-rj.org.br/5com/pop-up/desafios_era_conhecimento.htmAcesso: 04/02/2011

LASTRES, Helena Maria Martins. Desafios e oportunidades da era do conhecimento. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/spp/v16n3/13562.pdf. Acesso: 06/02/2011

ORLOWSKI, Andrew. Web 2.0: It's ... like your brain on LSD! Página visitada em 2 de julho de 2007.in wikipédia

RUDNICKI, Renato. Web 2.0 e Algumas de Suas Aplicações.Disponível em: http://www.dicas-l.com.br/arquivo/web_2.0_e_algumas_de_suas_aplicacoes.phpAcesso: 06/02/2011

quinta-feira, 16 de junho de 2011

A trindade Pedagógica

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Conheça a trindade pedagógica: diretor, coordenador pedagógico e supervisor de ensino.

O trabalho conjunto entre diretor, coordenador pedagógico e supervisor de ensino garante o bom andamento da escola e a aprendizagem

Fernando José de Almeida (gestao@atleitor.com.br)

"A ideia de fortalecer a chamada trindade pedagógica vem em boa hora. Antigamente, o diretor, sozinho, fazia tudo."


O uso do número três, em muitas situações, parece apontar para a perfeição. No âmbito judaico-cristão, existe a Santíssima Trindade, formada pelas figuras mais importantes de uma crença seguida por milhões de pessoas. Em Matemática, mais especificamente na geometria, aprendemos que por três pontos que não estejam em linha reta sempre passa um plano. Uma mesa com três pés, por exemplo, não fica bamba. Em Educação, três figuras são apontadas como responsáveis pela eficácia da escola: o diretor, o coordenador pedagógico e o supervisor de ensino.



Os dois primeiros geralmente estão todos os dias na escola, em contato direto com professores, alunos e funcionários. São eles que detectam, com o olhar atento sobre a movimentação dentro e fora dos muros, nos corredores e nas salas de aula, as necessidades de aprendizagem das crianças e dos jovens, a demanda por formação docente e as condições da infraestrutura. O terceiro personagem dessa tríade é o educador da Secretaria de Educação responsável por auxiliar diretores e coordenadores a melhor exercer suas tarefas. Em muitas redes, ele é denominado supervisor de ensino e entre suas funções está fazer com que as políticas públicas sejam implementadas nas escolas. Por um lado, ele informa a Secretaria das necessidades dos gestores escolares em seu dia a dia. Ao mesmo tempo, garante a implantação dos programas oficiais, fazendo com que a rede tenha unidade e coerência e se torne de fato um sistema de ensino. A reportagem de capa da edição de fevereiro/março de NOVA ESCOLA GESTÃO ESCOLAR fala da importância do trio gestor, esclarecendo o papel de cada uma das figuras que o compõem e mostrando como três redes de ensino, de diferentes tamanhos e com diferentes realidades, se estruturam para garantir o trabalho conjunto desses educadores.



A ideia de fortalecer a chamada trindade pedagógica é recente e vem em boa hora. Antigamente, o diretor, sozinho, fazia tudo: cuidava da parte administrativa, atendia pais, verificava os cadernos de apontamentos dos professores, sabia da vida de cada aluno e conhecia pessoalmente as famílias. Cuidava também da limpeza e da manutenção do prédio e comparecia à Secretaria de Educação para prestar contas e fazer solicitações. A escola cresceu, em tamanho e responsabilidade e, com 600, 700, mil alunos, passou a ser impossível uma só pessoa cuidar de todas as áreas. Aos poucos, as redes disponibilizaram novos colaboradores para ajudar o diretor (como o coordenador pedagógico, o orientador educacional e outros). Contudo, não é difícil encontrá-los trabalhando de forma desarticulada, cada um cumprindo suas tarefas sem se preocupar com a interação entre as diversas áreas.



Atualmente, a necessidade de um trabalho integrado de todos os gestores e dos demais atores do processo educacional - e que faça a rede caminhar na mesma direção - tem sido apontada em pesquisas como um dos principais fatores que impactam a aprendizagem dos alunos. É nessa nova realidade que o supervisor de ensino se une ao diretor e ao coordenador pedagógico. Sua principal tarefa é cuidar da formação dos gestores, oferecendo informações e reflexões para que bem exerçam suas funções e informando a Secretaria sobre a necessidade de políticas públicas capazes de atender às demandas de cada escola.



Nessa trindade pedagógica, cada personagem tem uma função e uma obrigação. Porém, acima de tudo, é preciso que esses três educadores - como três pontos que não estão dispostos em linha reta - formem um único plano, equilibrado e seguro, para garantir a estrutura pedagógica da rede e a aprendizagem de todos os alunos.

http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/diretor/conheca-trindade-pedagogica-diretor-coordenador-pedagogico-supervisor-ensino-gestao-escolar-trabalho-529026.shtml

Trio gestor: quem faz o que

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Conheça as responsabilidades de cada função do trio gestor

Diretor

- Responde legalmente, judicialmente e pedagogicamente pela escola

- Assegura, acompanha e controla os materiais e os recursos financeiros da escola

- Articula o relacionamento com a comunidade interna e externa escola

- Colabora nas decisões da rede e concretiza as políticas públicas na escola

- Lidera a elaboração e revisão do projeto político-pedagógico

- Garante as condições para o cumprimento do projeto

- Assegura e acompanha os momentos de planejamento e estudo da equipe

- Cuida do desenvolvimento dos profissionais

- Levanta, analisa e acompanha o desempenho dos alunos

- Desenvolve projetos institucionais em parceria com o coordenadores e equipe

- Articula a equipe para o planejamento e a realização das reuniões de pais

- Elabora o cronograma e realiza reuniões regulares com os diferentes segmentos da escola

- Orienta a organização do espaço e assegura a exposição das produções dos alun
- Garante o acesso ao acervo da escola

Coordenador pedagogico

- Coordena os momentos de formação em serviço dos professores

- Participa junto com os professores do planejamento das atividades e acompanha sua realização

- Observa aulas dos professores para ajudá-los no desenvolvimento das atividades

- Realiza com os professores nas reuniões de pais

- Colabora na elaboração do projeto político-pedagógico

- Cuida para que o projeto seja cumprido no dia a dia

- Acompanha e analisa junto com os professores o desempenho dos alunos

- Realiza, organiza e mantém os registros do trabalho pedagógico

- Realiza reuniões regulares com o diretor para analisar as condições e o processo de ensino e da aprendizagem

- Organiza junto aos professores a exposição das produções dos alunos

- Analisa e divulga o acervo da escola

Supervisor

- Sistematiza as diretrizes curriculares da rede

- Coordena e acompanha a formação de coordenadores e diretores

- Acompanha, organiza e mantém registros da formação continuada na rede

- Realiza e levanta estudos e pesquisas

- Articula a troca de experiências entre os profissionais das escolas

- Acompanha e articula a execução dos projetos político-pedagógicos das escolas com o Pano Educacional da Secretaria

- Acompanha e auxilia o trabalho dos gestores e coordenadores

- Avalia o desempenho dos alunos e indicadores de aprendizagem das escolas

- Participa de comissões sindicantes

- Acompanha o cumprimento dos dias letivos


Fonte: Secretaria da Educação do Estado de São Paulo

http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/diretor/trio-gestor-quem-faz-531894.shtml

OLIMPIADA ESCOLAR DE NOVA SOURE


Só sabe que existe uma equipe, quando o resultado é um SUCESSO. Parabéns, a todos gestores, coordenadores,educadores, funcionários de todas as secretarias que contribuiram para um projeto se tornar realidade.
Dados do Projeto:
Idealização - Barimar Nascimento e Dorge Pimentel
Elaboração do Projeto: Kelly Chrystine Guedes Levy e Robélia Aragão da Costa
Responsável pela execução: Secretaria de Administração e Secretaria de Educação
Execução: Rede municipal , estadual e particular
Patrocinio: Prefeitura Municipal de Nova Soure
Parceiros da execução:
Secretaria de Administração
Secretaria de Educação e Cultura
Coordenação de Esportes
Coordenação de Comunicação
Departamento de planejamento pedagógico da educação básica e especial
Departamento de merenda
Departamento de transporte
Secretaria de Ação Social
Secretaria de Saúde
Secretaria de Agricultura
Sozinho nada podemos, mas quando nos unimos os resultados são imensos.

MONITORAMENTO E A AVALIAÇÃO: COMO PROCESSO DE MELHORIA DA QUALIDADE DE ENSINO O monitoramento e a avaliação da aprendizagem são processos...