| PROPOSTA DE ATIVIDADES PARA TRABALHAR A COPA DO |
| MUNDO DE FORMA INTERDISCIPLINAR |
| PORTUGUES |
| 1. POEMA E FUTEBOL com sugestões de atividade para outras disciplinas (trabalho |
| interdisciplinar) |
| 2. JOGO DE BOLA - CECILIA MEIRELLES |
| 3. O que cabe na lata do poeta? |
| 4. A letra do hino enfatizando as palavras que as crianças mais erram; |
| 5. Pesquisa no dicionário do significado das palavras mais difíceis; |
| 6.Música da Copa; |
| 7. Músicas de copas anteriores, músicas que abordam o tema futebol, bem como jingles antigos |
| e recentes com o tema futebol. |
| 8. Bola de Meia Bola de Gude (Milton Nascimento) |
| 9. Literatura na escola - 9º ano: Crônicas de Luís Fernando Veríssimo |
| 10. Música: É uma Partida de Futebol (Skank) |
| 11. Atividades de escrita e leitura como cruzadinhas, caça-palavras, curiosidades, trava-línguas |
| , etc |
| 12.Observar a língua falada nos países envolvidos na Copa, dando ênfase aos que sediam o |
| campeonato e os que disputam diretamente com o Brasil; |
| 13. Crônica: O Torcedor (Carlos Drumond de Andrade) |
| 12. Papo mais coerente |
| 13.Poucosassuntosprovocamtantasdiscussõesacaloradascomoofutebol.Odomíniodalínguaportuguesaajudaaconstruirargumentoscoerenteeaexpressarasideiascommaisclarezaeconfiança. |
| 14.Pesquisadeexpressõesfutebolísticasqueforamincorporadasaovocabuláriocorrente:qualosignificadooriginaldecadaumadessasexpressõeseousoqueelaganhounoidiomaforadocontextoesportivo |
| 15.Comparaçãodalinguagemusadapeloslocutoresderádioetelevisãocomotextoescritonosjornais e nas revistas para descrever os jogos |
| 16 Exercícios para desenvolver a argumentação, habilidade fundamental em qualquer conversa |
| 17. Atividades que estimulem a assistir noticiário ( relatório, mural, etc,...) |
| 18.Interpretação de letras de músicas e gritos de guerra cantados pelas |
| torcidas. |
Direcionado ao Pedagogo que exerce a função técnica e tem por objetivo expor: projetos, textos, artigos, resenhas e informações do MEC.,
quinta-feira, 29 de maio de 2014
PROPOSTAS DE ATIVIDADES - COPA DO MUNDO - ENSINO FUNDAMENTAL SÉRIES FINAIS
terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
Sugestões de filmes sobre Bullying: uma proposta pedagógica
1-Como Estrelas na Terra - Toda
Criança é Especial
'Como Estrelas na Terra' conta a história de uma
criança que sofre com dislexia e custa a ser compreendida. Ishaan Awasthi, de 9
anos, já repetiu uma vez o terceiro período (no sistema educacional indiano) e
corre o risco de repetir de novo. Este filme fala sobre o modo como a arte e a
educação são importantes ferramentas de estímulo ao desenvolvimento de uma
pessoa quando aplicadas intencionalmente para a sua felicidade, independente do
problema ou desvio que tiver.
2-Um Grande Garoto
Will
Freeman (Hugh Grant) é um homem na faixa dos trinta anos metido a galã que
inventa ter um filho apenas para poder ir às reuniões de pais solteiros, onde
tem a oportunidade de conhecer mães também solteiras. Will sempre segue a mesma
tática: vive com elas um rápido romance e quando elas começam a falar em
compromisso ele acaba o namoro. Até que, em um de seus relacionamentos, Will
conhece o jovem Marcus (Nicholas Hoult), um garoto de 12 anos que é
completamente o seu oposto e tem muitos problemas em casa e na escola. Com o
tempo Will e Marcus se envolvem cada vez mais, aprendendo que um pode ensinar
muito ao outro.
3-Bang Bang Você Morreu
Jovens podem ser mais cruéis que todos.
Naturalmente cruéis.” As Palavras de Trevor Adams, que já foi estudante
exemplar, refletem suas experiências no colégio. Ele era vítima de tão
traumatizante perseguição que ameaçou destruir o time de futebol da escola. Mas
a salvação veio através do Sr. Duncan (Tom Cavanagh, astro da série de TV
“Ed”), o professor de teatro, que ofereceu a Trevor o papel principal de sua
peça, ao lado da bela Jenny Dahlquist. O Professor e a garota tentam ajudá-lo a
manter-se na linha. Mas há um risco: o sombrio enredo sobre assassinos em um
playground, combinado com o passado problemático de Trevor, faz com que os pais
tentem vetar a peça. Se eles conseguirem é possível que a voz de Trevor jamais
seja ouvida e isso pode detonar uma bomba-relógio humana.
4-Mary e Max – Uma
Amizade Diferente
Uma história de amizade entre duas
pessoas muito diferentes: Mary Dinkle (voz de Toni Collette), uma menina
gordinha e solitária, de oito anos, que vive nos subúrbios de Melbourne, e Max
Horovitz (voz de Philip Seymour Hoffman), um homem de 44 anos, obeso e judeu
que vive com Síndrome de Asperger no caos de Nova York. Alcançando 20 anos e
dois continentes, a amizade de Mary e Max sobrevive muito além dos altos e
baixos da vida. Mary e Max é viagem que explora a amizade, o autismo, o
alcoolismo, de onde vêm os bebês, a obesidade, a cleptomania, a diferença
sexual, a confiança, diferenças religiosas e muito mais.
5-Elefante
O filme narra o ataque que dois
estudantes fizeram a uma escola secundária do Oregon, matando dezenas de
alunos, com um arsenal de armas automáticas. A questão do bullying é tratada
como um detalhe pequeno, mas está lá. concentra-se no ato final, de vingança
fria e desapaixonada. O título refere-se à facilidade de ignorar um 'elefante'
simbólico na sala, apesar do seu tamanho, mas que está sempre prestes a se
mover.
6-Evil, Raízes do Mal
Um rapaz atormentado de 16 anos,
tratado com violência pelo padastro, também trata seus colegas de escola com
violência e acaba expulso da escola pública. é mandado a uma prestigiada escola
privada, onde sabe que terá uma última oportunidade de regeneração. lá chegando
tem que se confrontar com os códigos e humilhações dos estudantes veteranos,
arriscando sua expulsão ou submetendo-se. um olhar diferente, neste filme
sueco, que chegou a ser indicado ao Oscar de filme estrangeiro em 2004.
7-Bully
Nick Stahl - excelente - é o riquinho
valentão, que vive abusando fisicamente dos colegas. até que seu melhor amigo -
o já falecido Brad Renfro - decide vingar-se dele junto com a namorada,
atraindo-o para o pântano e espancando-o até a morte. alguns dos garotos tentam
tomar o lugar dele, enquanto a comunidade se divide entre condenar e reconhecer
que ele teve o que merecia. o diretor Larry Clark especializou-se em retratar o
ócio e a banalidade da violência na juventude americana. um filme chocante.
8- Deixe Ela
Entrar
Um garoto frágil de 12 anos é
constantemente abusado pelos colegas e sonha com uma vingança. quando ele
conhece sua vizinha, uma vampira que aparenta ter a sua idade, com quem irá
envolver-se e que vai defendê-la dos ataques.
9-Entre os Muros da
Escola
(França 2008 - Palma de Ouro em Cannes,
este drama mostra bem o choque de culturas que se formou na França, a partir
dos conflitos entre alunos e também um professor bem intencionado. brilhante)
10-Pro Dia Nascer
Feliz
Documentário que mostra diferentes realidades
de estudantes de classes sociais distintas de três estados do Brasil. um filme
bem feito e oportuno sobre o tema.
11-Sempre Amigos
Maxwell Kane (Elden Henson) é um garoto
de 14 anos que tem dificuldades de aprendizado e vive com seus avós desde que
testemunhou o assassinato de sua mãe, morta pelo marido. Quando Kevin Dillon
(Kieran Culkin), um garoto que sofre de uma doença que o impede de se
locomover, se muda para a vizinhança eles logo se tornam grandes amigos. Juntos
vivem grandes aventuras, enfrentando o preconceito das pessoas à sua volta.
12-O Galinho Chicken Little
Na cidade de Oakey Oaks, Chicken Little
toca o sinal do colégio e manda que todos "corram por suas vidas"!.
Toda a cidade fica em pânico. Por fim, todos se acalmam para perguntar ao
galinho o que há de errado. Ele sofre Bullying na Escola.
13- Sonho de Gelo
Ela é diferente e ser diferente é um tema comum em filmes da Disney
sobre bullying. Ela aprende a tratar os amigos, se divertir e viver para o
momento. Apesar do desejo de ser uma patinadora famosa, Casey Carlyle não passa
de uma garota inteligente e de poucos amigos, com uma mãe obcecada pela ideia
de ver sua filha em uma grande universidade. Mas quando ela usa sua cabeça e
segue seu coração, de repente se vê transformada como nunca sonhou.
O PLANO CARTESIANO E OS QUATRO ELEMENTOS DA NATUREZA
Ø JOGO MATEMÁTICO
O
PLANO CARTESIANO E OS QUATRO ELEMENTOS DA NATUREZA
O plano cartesiano é feito através da
junção de dois eixos, perpendiculares entre si que se cruzam no ponto 0, o qual
é a origem de ambos os eixos. O eixo horizontal é chamado de eixo das abscissas
ou x. O eixo vertical é chamado de eixo das ordenadas ou y. Os eixos são
divididos em quatro ângulos retos chamados quadrantes enumerados no sentido
anti-horário. Cada ponto do plano cartesiano é identificado por um par de
números chamados de coordenadas (x e y). Para obter um ponto P, basta traçar as
perpendiculares ao eixo x e y.
Os
quatro elementos da natureza: terra, água, ar e fogo constituem as quatro
grandes portas do templo, ou do inconsciente humano. Tudo que existe neste
mundo só existe pela combinação, pelo arranjo destes elementos básicos. O corpo
humano é um exemplo vivo disto: a TERRA é representada pela ossatura, pelos
músculos, em fim por toda a massa física de que é feito nosso corpo. A ÀGUA se
vê representada em todos os nossos humores, incluindo aí o sangue e a linfa. À
semelhança do planeta, dois terços do organismo humano é água. O AR vital para
todos é o elemento da respiração e o que nos liga a todo o resto do universo. O
FOGO presente na digestão é quem transforma o alimento que ingerimos em ação e
movimento.
CONTEÚDOS A SEREM TRABALHADOS:
- O
Plano Cartesiano e seus componentes;
-
Conceito de Par Ordenado;
-
Inserção e localização de pontos no plano;
-
Correlação do Plano Cartesiano com os quatro elementos da natureza.
Ø OBJETIVO:
A
partir de um conjunto de pares ordenados pré-definidos proceder a sua inserção
no Plano Cartesiano, correlacionando com aspectos inerentes aos quatro
elementos da natureza.
Ø SEQUÊNCIA
DIDÁTICA DA ATIVIDADE:
O jogo pode ser realizado com
dois participantes. Inicialmente são providenciados 16 papéis para sorteio com
letras de A a Q, correspondentes aos pares ordenados constantes no Plano
Cartesiano e aos elementos naturais, segundo a coloração.
Descrição de uma rodada: Cada participante retira um papel e localiza no
Plano Cartesiano o ponto correspondente ao par. Depois, verifica a cor
correspondente ao elemento natural da região atingida, marca no Plano e anota
os pontos e, seguindo, retira uma carta correspondente à cor sorteada e lê a
mensagem contida na carta. A cada retirada, o professor pode comentar o
conteúdo lido pelo aluno.
Ganha o jogo quem fizer o maior
número de pontos após a retirada de todos os papéis. Podem ser realizadas até
oito rodadas e o professor pode modificar as frases temáticas apresentadas nas
cartas correspondentes a cada elemento natural.
Sugestão
de frases que podem ser trabalhadas para cada elemento natural. O professor
poderá confeccionar cartas separadas por frase ou então confeccionar um painel
onde todas as mensagens estejam escritas.
Ø RECURSOS
DIDÁTICOS:
Cartolina,
pincel atômico, papel, quadro branco e pincel.
Ø HABILIDADES
TRABALHADAS:
·
Entender e ampliar fundamentos e conceitos;
·
Desenvolver a criatividade e a responsabilidade;
·
Saber conviver em grupo respeitando as identidades e as diferenças;
·
Utilizar-se das linguagens como meio de expressão, comunicação e
informação;
·
Inter-relacionar pensamentos, ideias e conceitos;
·
Adquirir, organizar, avaliar e transmitir informações.
·
Companheirismo, respeito e ajuda mútua.
Ø RESULTADOS
ESPERADOS.
Ao
final do trabalho espera-se que os alunos compreendam o conceito do Plano
Cartesiano e seus componentes, a inserção e marcação de pontos no Plano e
evoluam para a construção de gráficos de funções. Ao mesmo tempo, por meio das
cores dos quatro elementos da natureza representados no Plano Cartesiano possam
conhecer informações sobre o meio ambiente.
Referência
Bibliográfica:
DANTE. Luiz Roberto.
Tudo é matemática. Ensino Fundamental. São Paulo. Ática. 2005
A guerra e o meio ambiente
Maurício
Andrés Ribeiro - Autor dos livros "Ecologizar, pensando o ambiente
humano" e "Tesouros da Índia para a Civilização Sustentável".
As atividades humanas produzem impactos ambientais
sobre o ar, a água de superfície ou subterrânea, o solo, o subsolo, a paisagem
natural, o ambiente construído, o ambiente sócio-econômico e cultural. Causam
impactos no ambiente a ação produtiva por meio da indústria, da mineração ou da
agricultura; a ação individual ou coletiva, pública e privada e a ação militar.
Para muitas das atividades humanas, a consciência
ecológica ajudou a criar práticas de redução ou de minimização desses impactos
negativos. Leis foram aprovadas e instituições, estruturadas. Criaram-se
procedimentos e ferramentas como a avaliação de riscos ambientais e o
licenciamento ambiental, que contribuem para prevenir, reduzir ou mitigar tais
efeitos ambientais negativos. Entretanto, esses cuidados ainda não foram
estendidos à atividade humana potencialmente mais degradante e devastadora do
ambiente: a atividade da guerra. Dentre todas, essa é a que tem o maior
possibilidade de gerar consequências negativas e sofrimento para as pessoas e
para o meio ambiente. "De uma maneira geral genocídio e ecocídio são
gêmeos", observa Ignacy Sachs.
O alto impacto ambiental negativo das guerras
encontra-se presente em todo o ciclo de vida dos conflitos armados: da extração
das matérias primas para a indústria de armamentos, passando pelo uso e
aplicação desses equipamentos, até a sua disposição final, constituída pelos
resíduos atômicos, químicos e bacteriológicos. Isso sem falar nas consequências
funestas dos atos de terrorismo ou nos impactos do uso de armas biológicas nas
guerras convencionais como na possível propagação intencional do botulismo, da
varíola e do antraz ou no desmatamento ocasionado pelo napalm e outras armas de
guerra. O urânio usado nas balas contamina o ambiente com radioatividade e
dissemina o câncer e outras doenças. A contaminação dos rios e a perda de
potencial de uso do solo pela disseminação das minas terrestres, que mutilam
pessoas e animais, ou o uso da bomba de nêutrons - a chamada "bomba
capitalista", porque destrói a população mas preserva o patrimônio
material - , são outros exemplos da destrutividade e do potencial de devastação
e contaminação ambientais causados pelas atividades bélicas.
Além disso, ao lado do consumismo, o belicismo está
na raiz da pressão sobre os recursos naturais, transformados pelo complexo
acadêmico-industrial-militar em artefatos bélicos de alto potencial destrutivo.
As guerras globais se desatualizaram. Proliferam
hoje guerras de menor escala, regionais, guerras civis nacionais, atos de
terrorismo como forma extrema de questionamento do poder político organizado,
conflitos interindividuais e psicológicos. O emprego da força e da violência
tem, ainda, custos psicológicos e subjetivos importantes e nem sempre
considerados, retardando ou prejudicando o desenvolvimento do ser humano
integral devido ao ódio, aos ressentimentos e mágoas que provocam e
multiplicam.
Assim, já é chegado o momento de que os princípios,
métodos e instrumentos utilizados para mitigar ou neutralizar os impactos
negativos das demais atividades humanas tenham sua aplicação estendida à
atividade da guerra. Procedimentos como as avaliações de impacto ambiental e o
licenciamento ambiental deveriam ser mandatórios e objeto de pactos
internacionais obrigatórios, visando ao bem da humanidade, sempre que esteja em
jogo a possibilidade de iniciar-se uma ação bélica potencialmente degradadora
ou poluidora do ambiente. Isso ajudaria a desenvolver a consciência global a
respeito das conseqüências desse tipo de ação, com a cuidadosa avaliação prévia
dos seus impactos. O licenciamento ambiental das guerras deveria contemplar,
entre outros, os impactos bióticos, antrópicos e físicos desses eventos e, somente
depois de detalhada e cuidadosa avaliação de riscos, elas deveriam ser matéria
de discussão nacional e internacional. A aplicação rigorosa dos procedimentos
de avaliação prévia de impactos ambientais às atividades bélicas poderia levar,
no limite, à sua inviabilização, seja pelo exorbitante aumento de seus custos,
que incluiriam os necessários recursos para recuperação da degradação que
viessem a causar, seja pela consequente ampliação do tempo para a busca de
consenso em torno a sua necessidade e para seu eventual preparo. Nessa fase,
inclusive, poderiam e deveriam ser colocadas em prática todas as maneiras e
técnicas diplomáticas e de mediação e resolução não-violenta de conflitos, com
vistas a evitar os embates bélicos.
As ideias aqui expostas contêm, certamente, um
forte conteúdo utópico, considerando-se o momento histórico presente. Mas
merecem ser consideradas, posto que todas as guerras constituem um fator
destrutivo para o ambiente e para o ser humano. As guerras só serão abolidas
quando se tornarem psicologicamente intoleráveis, da mesma forma como a
abolição dos escravos, que somente veio a acontecer quando a escravidão
tornou-se socialmente intolerável, além de economicamente desejável, já que a
libertação dos escravos traria impacto altamente positivo para o mercado
consumidor.
Na fase atual da evolução humana, a ética social
costuma seguir os valores mercantilistas e capitalistas. A civilização
ocidental norte-americana e européia, de raízes judaico-cristãs, foi central no
processo cultural do século XX, mantendo interações fortes com praticamente
todas as demais civilizações modernas. Tais interações, entretanto, têm sido
mais conflituosas do que cooperativas, em decorrência da história de
colonização, imperialismo e dominação, que procurou garantir o acesso e
apropriação de bens necessários para abastecer essa civilização com recursos
naturais provenientes de todo o planeta e demandados para alimentar padrões de
consumo e estilos de vida que se mostram insustentáveis e que dependem de
grande quantidade de bens materiais. Atualmente, a crescente pressão sobre os
recursos naturais como a água, a flora e fauna, o solo, as florestas e
especialmente o petróleo, base da matriz energética da civilização
contemporânea, potencializa também o risco de conflitos e de propagação da
violência entre as sociedades e grupos sociais.
Nesse contexto, o próprio poder de degradação
ambiental das guerras poderá tornar-se um fator adicional que acabará por levar
à sua abolição, como forma de resolver conflitos, num estágio mais avançado de
evolução da espécie humana.
1 - Tal processo histórico levou à presente situação, na qual 22% da população do planeta consomem 80% dos recursos, 75% da energia e 60% dos combustíveis fósseis, 80% dos metais brutos e 75% do papel e emitem 90% dos resíduos perigosos; há 158 indivíduos bilionários, 2 milhões de milionários e no outro extremo, 1,1 bilhão de pessoas que vivem abaixo da linha de miséria, com menos de 1 dólar por dia. Ver Athayde, Eduardo, in Ricos x pobres: visão ambiental integrada, in EM Ecologia, 16.11.2001.
1 - Tal processo histórico levou à presente situação, na qual 22% da população do planeta consomem 80% dos recursos, 75% da energia e 60% dos combustíveis fósseis, 80% dos metais brutos e 75% do papel e emitem 90% dos resíduos perigosos; há 158 indivíduos bilionários, 2 milhões de milionários e no outro extremo, 1,1 bilhão de pessoas que vivem abaixo da linha de miséria, com menos de 1 dólar por dia. Ver Athayde, Eduardo, in Ricos x pobres: visão ambiental integrada, in EM Ecologia, 16.11.2001.
Pesquisa e montagem de uma linha histórica sobre a
devastação do planeta no tempo causado por guerras ; isto é, desde quando a
humanidade começou a devastar o planeta e desde quando este processo foi
acelerado. Através de pesquisas, fotografias, entrevistas.
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